HDS mobiliza equipes em simulado de queda total dos sistemas

HDS mobiliza equipes em simulado de queda total dos sistemas
Exercício colocou profissionais diante de um cenário crítico para testar protocolos e garantir continuidade do atendimento (Foto: Naicléa Luzia)

A rotina do Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta (HDS), em Goiânia, ganhou um ritmo diferente durante a realização de um simulado de desastre que mobilizou diferentes setores da unidade.

A atividade foi planejada para avaliar, na prática, como as equipes reagem diante de uma situação crítica que compromete o funcionamento dos sistemas institucionais e exige respostas rápidas para manter o atendimento aos pacientes.

Durante o treinamento, foi simulada a falha completa dos sistemas utilizados pela unidade, uma situação que levou as equipes assistenciais a recorrerem imediatamente aos protocolos de contingência já previstos no Plano Institucional.

Na prática, o desafio era manter o atendimento funcionando mesmo sem o suporte tecnológico que sustenta grande parte da rotina hospitalar.

Simulado

Profissionais do Ambulatório Médico, da equipe Multiprofissional, do Ambulatório de Feridas Crônicas, do Núcleo Interno de Regulação e da Unidade de Cuidados Paliativos participaram da ação. Cada setor precisou reorganizar processos e adaptar fluxos para garantir que nenhum paciente fosse prejudicado diante da indisponibilidade digital.

A supervisora de Acolhimento, Naiani Carla, explica que a experiência permitiu transformar teoria em prática. Segundo ela, o exercício possibilitou que a equipe percorresse todas as etapas previstas no plano de contingência, desde os registros manuais até a reorganização das informações essenciais para o funcionamento do atendimento.

Para a profissional, a atividade também reforçou a importância da comunicação entre setores e da padronização dos processos, fatores que tornam as respostas mais rápidas e seguras quando situações reais acontecem.

A realização do simulado faz parte das estratégias adotadas pela instituição para fortalecer seu Plano de Contingência. O documento orienta como cada equipe deve agir em cenários adversos e busca garantir que o atendimento aos pacientes continue mesmo em situações de instabilidade ou interrupção de sistemas.

Além de testar protocolos, o exercício também contribui para melhorar o tempo de resposta da unidade e reduzir riscos que possam comprometer a segurança do paciente.

“O exercício reforçou a importância das equipes estarem preparadas para situações que fogem da rotina. Em ambientes hospitalares, onde cada minuto pode impactar diretamente o cuidado com o paciente, a preparação antecipada se torna uma ferramenta essencial para garantir continuidade no atendimento mesmo diante de falhas inesperadas”, pontuou o coordenador de TI, Murilo Alves.