Aprovado projeto que transfere à Codego áreas do Governo, em Anápolis

área que será da Codego
Áreas têm capacidade para divisão em 108 módulos industriais, que serão destinados ao assentamento de novas indústrias, gerando novos empregos (Foto: Codego)

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, no final da tarde desta quarta-feira (30), o Projeto de Lei nº 5988/21, proposto pela Governadoria do Estado, que transfere duas áreas avaliadas em R$ 166 milhões, situadas na Plataforma Logística Multimodal de Anápolis, à Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). Com a aprovação, o projeto segue para sanção do governador Ronaldo Caiado.

Somadas, as áreas dos terrenos chegam a 1,1 milhão de metros quadrados (m²). Os terrenos vão possibilitar a divisão em 108 módulos industriais, que serão destinados ao assentamento de novas empresas que pretendem se instalar na área, que será integralizada ao Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia).

“Esse é um terreno no Daia que seria leiloado para terceiros e nós conseguimos interromper esse processo no passado. Agora estamos transferindo essas áreas para a Codego, dentro do Daia, o que consolida a Plataforma Logística e ao mesmo tempo abre espaço para centenas de indústrias virem para Goiás e para a nossa querida cidade de Anápolis”, afirmou o governador Ronaldo Caiado.

Expansão industrial

Como ressaltou o presidente da Codego, Renato de Castro, a transferência tem o objetivo de promover o melhor aproveitamento das áreas da Plataforma Logística Multimodal, gerar novos postos de trabalho e incentivar a expansão industrial com a atração de atividades que contribuam para superar a grave crise econômica causada pelos efeitos da pandemia de Covid-19.

Castro destacou, ainda, que existem na Companhia aproximadamente 400 pedidos de áreas protocolados para assentamento de indústrias, sendo que 200 deles são para o Daia. “Com o avanço dessa lei, conseguiremos atender boa parte dessas solicitações e contribuirmos com o desenvolvimento da região e do Estado”, afirmou.

O Executivo estadual reforçou na proposição do projeto de lei que “a transferência gera ganhos socioeconômicos relevantes ao Estado, além de efeitos socialmente duradouros e de destacado interesse público’’. A iniciativa também recebeu manifestação favorável da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC) e da Secretaria de Estado da Administração (Sead).