Serviço de Geriatria do HGG completa um ano com mais de 1,5 mil atendimentos

Serviço de Geriatria do HGG completa um ano com mais de 1,5 mil atendimentos (Foto: Freepik)
De outubro de 2025 a setembro de 2026, serviço acompanhou 1.019 internações e realizou 575 consultas ambulatoriais (Foto: Freepik)

O Serviço de Geriatria do Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi – HGG completa, neste mês de outubro, um ano de atuação dedicada à saúde, à autonomia e ao bem-estar da pessoa idosa. O primeiro aniversário acontece no mesmo período do Dia Internacional da Pessoa Idosa, celebrado em outubro, e é marcado por um balanço que reflete o amadurecimento de um cuidado construído com escuta, ciência e afeto.

Entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o serviço registrou 1.594 atendimentos: 1.019 internações acompanhadas pela equipe e 575 consultas no ambulatório. A trajetória começou de forma gradual.

Geriatria do HGG

Em outubro do ano passado, primeiro mês de funcionamento, foram acompanhadas oito internações. Em dezembro, o volume chegou a 54 atendimentos e, em janeiro de 2026, o ambulatório registrou 20 consultas no mês.

A partir de março, o serviço passou a atuar em um novo patamar, com 184 atendimentos no mês. Em maio, foi registrado o pico do ano, com 225 atendimentos. Em setembro, o ambulatório alcançou seu recorde, com 92 consultas, e o total mensal chegou a 208 atendimentos. Em um ano, o volume mensal saiu de 8 para 208, ou seja, multiplicou-se por 26.

Por trás dos números, há um modelo de atuação pensado para a realidade do hospital. Segundo a chefe do Serviço, a médica geriatra Ana Terra, a proposta inicial não era ter pacientes internados especificamente na Geriatria, mas oferecer acompanhamento especializado aos idosos que já estavam internados no HGG, para que tivessem uma evolução mais favorável durante a internação.

Nesse modelo, a equipe passou a percorrer os leitos, avaliar os pacientes idosos e identificar, por meio da avaliação geriátrica, aqueles que apresentam síndromes geriátricas, como imobilidade, incontinência urinária e insuficiência cognitiva.

“Percebemos boas respostas no acompanhamento desses pacientes, o que levou à continuidade da atuação das equipes nesse monitoramento”, explica.

Para a médica, o primeiro ano da Geriatria revela o compromisso com uma população que exige um olhar integral e humanizado. Ao acompanhar o paciente idoso tanto na internação quanto no ambulatório, o serviço fortalece a continuidade do cuidado e contribui para preservar a independência e a qualidade de vida de quem chega ao hospital.

“Estamos muito felizes pelos resultados desse primeiro ano. Os pacientes gostam do nosso acompanhamento e têm tido bons processos de internação, com boa recuperação e melhora da qualidade de vida”.

“Não se trata de prolongar a vida a qualquer custo, mas de fazer todo o percurso dessa caminhada com qualidade de vida, com boa mobilidade, sem efeitos adversos de medicamentos. Esse é o olhar da geriatria para o idoso”, afirma a médica.

* Os dados e as informações contidos nesta matéria foram fornecidos pelo IdTech e são de responsabilidade da instituição.

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