HCN realiza mais de 160 mil atendimentos no 1º trimestre de 2026

HCN realiza mais de 160 mil atendimentos no primeiro trimestre de 2026
Nesse mesmo período, unidade também registrou recorde de atendimentos no Pronto-Socorro, com aumento de 15% em relação ao ano anterior (Foto: Victor Weber / Imed)

Conhecido como Gigante do Norte, o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), unidade do governo de Goiás em Uruaçu, faz jus ao apelido: somente no primeiro trimestre de 2026, já realizou mais de 160 mil atendimentos humanizados.

A unidade atende à população dos 60 municípios que integram a macrorregião do Centro-Norte do estado.

Referência em casos de média e alta complexidade, o hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (Imed) se destaca pelo seu perfil assistencial em:

  • Oncologia;
  • Traumatologia;
  • gestação de alto risco.

HCN atendimentos no 1º trimestre de 2026

Nos três primeiros meses do ano, o HCN somou um total de 167.840 atendimentos prestados. Foram :

  • mais de 137 mil exames laboratoriais e de imagem,
  • mais de 22 mil consultas médicas, oncológicas e multidisciplinares realizadas,
  • 5.453 internações,
  • 2.042 cirurgias
  • 330 partos.

Além disso, foram registrados mais de 8 mil atendimentos somente no Pronto-Socorro da unidade, representando um aumento de 15% em relação a esse mesmo período no ano anterior.

Segundo o diretor assistencial do HCN, João Batista da Cunha, esses números comprovam a importância do Gigante do Norte para a população do interior de Goiás e para a regionalização da saúde no estado.

“É muito gratificante saber que o HCN é referência no estado e dispõe de tecnologia de ponta e atendimento humanizado”.

“Conseguimos mensurar não apenas em números o impacto positivo que a unidade traz na vida da população do Centro-Norte goiano, mas também pela competência técnica de seus profissionais de saúde, eficácia dos tratamentos, segurança do paciente, acessibilidade aos serviços oferecidos e respeito às necessidades individuais de cada paciente”, destaca o diretor.

Classificação de risco

Antes de serem encaminhados para consulta, todos os pacientes que dão entrada no HCN são classificados de acordo com o Protocolo de Manchester, sistema mundial adotado em hospitais e serviços de saúde para identificar a gravidade de cada caso.

É importante ressaltar que sempre que alguém chega ao Pronto-Socorro do hospital, é procedimento padrão realizar a classificação de acordo com a gravidade de seu quadro clínico.

Dessa forma, os pacientes que apresentam maior risco são atendidos com mais urgência.

A classificação de risco visa otimizar o fluxo de pacientes, garantindo que aqueles com necessidades urgentes recebam atenção imediata e adequada, ao mesmo tempo em que busca direcionar os casos menos urgentes para locais mais apropriados, contribuindo para um sistema de saúde mais eficiente e eficaz.

Casos de baixa complexidade, classificados como azul ou verde, também podem ser atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos municípios.

Esses locais são os responsáveis pela avaliação primária, inserção e encaminhamento de pacientes graves que necessitam de atendimento especializado no sistema de regulação estadual.

Saiba mais

Goiás declara situação de emergência em saúde pública

Policlínica de Formosa promove qualidade de vida a paciente com mielomeningocele

Últimas notícias